Nutrientes que não podem faltar na gestação

 

 

Carboidrato

É a fonte de energia do corpo. Sem ele, o corpo queima gorduras e proteínas, o que não é recomendado na gestação.

Carência: fadiga extrema.
Fontes: arroz, batata, aipim, macarrão e pão.

Vitamina A

Auxilia no desenvolvimento celular, no crescimento ósseo e na formação do broto dentário do feto. Interfere no tecido ocular e no sistema imunológico da gestante.

Carência: diminuição das defesas contra infecções.
Fontes: leite e derivados, gema do ovo, fígado, laranja, mamão, couve e vegetais amarelos.

Ácido fólico (deve ser suplementado 3 meses antes da gravidez)

Tem influência na produção de núcleo celular (DNA), que determina a formação do bebê.

Carência: risco de má formação tumoral.
Fontes: fígado e vegetais verde-escuros.

Ferro

É necessário para a formação das células sanguíneas do feto. O aumento do volume sanguíneo na mãe exige maior produção de hemoglobina, pigmento de cor vermelha que dá cor as células do sangue, responsável pelo carregamento do oxigênio.

Carência: anemia.
Fontes: carnes, feijão, vegetais verde-escuros, beterraba e figo.

Vitamina D e E

Mantêm a integridade das células que transportam oxigênio. A vitamina D, aliada ao sol, promove a absorção de cálcio e de fósforo, fixando-se nos ossos e dentes.

Carência: raquitismo na gestante e alteração óssea no bebê.
Fontes: laticínios, fígado e gema. A vitamina E também pode ser encontrada no milho, aveia, feijão e verduras.

Vitamina C

Fundamental para a formação do colágeno, que compõe a pele, vasos sanguíneos, ossos e cartilagem. Aumenta a absorção de ferro e fortalece o sistema imunológico.

Carência: enfraquecimento das defesas imunológicas da mãe e fragilização do tecido vascular.
Fontes: frutas cítricas, manga, banana, caju, rabanete, tomate, pimentão e verduras.

Niacina

Estimula o desenvolvimento cerebral do feto. Tem propriedade de transformar glicose (açúcar) em energia, mantendo a vitalidade das células maternas e fetais.

Carência: diarréia, dermatite e intenso nervosismo na gestante.
Fontes: verduras, legumes, gema do ovo, leveduras (em cápsulas), carne magra, leite e derivados.

Tiamina

Favorece o metabolismo energético materno e fetal, transformando glicose em energia.

Carência: insuficiência cardíaca e fraqueza muscular na gestante.
Fontes: Carnes, cereais integrais, frutas, ovos, legumes e leveduras.

Piridoxina

É importante para o crescimento e ganho de peso do feto, principalmente a partir do segundo trimestre.

Carência: baixo peso fetal e irritabilidade da gestante.
Fontes: trigo, milho, fígado, frango, peixe, leite e derivados e leveduras.

Magnésio

É ativador das enzimas responsáveis pela aceleração das reações químicas no organismo. Atua no funcionamento celular, dando condições para a formação e crescimento dos tecidos.

Carência: fadiga excessiva na gestante
Fontes: nozes, soja, cacau, frutos do mar, cereais integraism feijões e ervilhas

Cálcio e fósforo

Participam da formação dos brotos dentários e do esqueleto fetal. O cálcio também atua no processo de coagulação.

Carência: malformação óssea e dentária do feto. Na mãe, gengivite e cãibras.
Fontes: gema do ovo, cereais integrais, leite, vegetais verdes escuros são ricos em cálcio. Carnes magras e laticínios fornecem fósforo.

FONTE: Só Nutrição

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Alimentação x Aborto

Após consulta com seu ginecologista, e com apoio de seu profissional nutricionista, os mesmos determinarão a recomendação necessária de vitaminas de uso pré-natal, ricas em muitos dos nutrientes de que as futuras mães precisam, tais como cálcio, ferro e ácido fólico.

O ácido fólico é especialmente importante nas primeiras semanas da gestação quando o feto está desenvolvendo seu tubo neural, que mais tarde forma o cérebro e a medula espinhal, à dose diária recomendada é de 400 mcg. Existe ácido fólico suficiente nas vitaminas pré-natais de modo que uma dieta saudável contendo alimentos ricos em ácido fólico é igualmente recomendada.

Abaixo relaciono alimentos que são fontes de:
Cálcio: leite, queijos, iogurte, soverte, brócolis, feijão, peixes e nozes. Ferro: Fígado, carnes (vermelhas e brancas), carne de sol, feijão, lentilhas, grão de bico mariscos, vísceras, folhas verdes escuras, beterraba, gema de ovo, açaí, mangaba, algas marinhas, ameixa preta seca. Ácido Fólico: Carnes, vísceras, leguminosas e frutas.

Nutricionista: Marisa Bampa Thompson CRN3 10324-2.

Marque a sua consulta: (11) 3057-3003

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Fertilidade e Alimentação

A nutricionista Marisa Bampa Thompson concorda que não existe uma dieta específica para fertilidade, mas sem dúvida o que é importante para aumentar a fertilidade é uma alimentação equilibrada, pois seu organismo vai estar funcionando da melhor maneira possível, pois quanto mais saudável mais preparado para que todas as suas funções estejam prontas para realizar principalmente a fecundação

Como este assunto tem estado em destaque devido a estudos nacionais e internacionais podemos nos ousar a dar dicas sobre a importância de alimentos para montarmos um cardápio como um coadjuvante ao tratamento do FIV

DICAS PARA UM FUTURO SUCESSO

• Não ingerir gorduras trans, pois 2% da ingestão deste tipo de gordura eleva em mais de 100% os ricos de infertilidade.
Atenção: Compre produtos industrializados com a restrição desse tipo de gordura.
• Invista nas gorduras ricas em ômega 3 e 6. Consuma azeite prensado a frio com acidez menor possível, pois quanto mais baixo e puro é a oliva, óleo de canola ou girassol, salmão, sardinha, linhaça e amêndoas (sem excesso, pois engorda). Essas gorduras tornam a membrana que envolve óvulo mais fluida que facilita a penetração do espermatozoide e a saída do embrião que vai se implantar no útero.
• Troque todas as farinhas brancas (macarrão, pão, biscoito e outros) pela versão integral, segundo estudos mulheres que ingeriam poucos grãos integrais e comiam arroz, batata e doces tinham 55% de probabilidade de apresentar ovários policísticos, que leva a ovulação irregular.
• Importância do acido fólico – Este é importante desde o inicio (fecundação ate o final da gestação), pois ajuda na formação do sistema nervoso do feto e é eficaz da manutenção da gravidez principalmente no primeiro trimestre, quando o risco de aborto natural é maior. Coma soja, fígado, vegetais verdes escuros e levedo de cerveja. A suplementação medicamentosa só devera ser feita pelo seu médico.
• Pelas pesquisas 70% das mulheres que tomavam leite integral teriam menos risco de ter problema de infertilidade do que as que raramente tomavam. Durante o tratamento troque os desnatado e semi-desnatado pelo integral (um copo ao dia), mas cuidado para não engordar.
• Pelas pesquisas a suplementação em mulheres com 40mg de ferro reduz em 40% a possibilidade de apresentar problema de infertilidade. Consuma alimentos como: couve, beterraba e açaí. A suplementação medicamentosa devera ser feita pelo medico de acordo com a sua necessidade.
• Líquidos – A hidratação é essencial para todas as funções de nosso corpo inclusive a fecundação. Tome cerca de 3 litros de água por dia. Evite: café, chás, ou seja, as infusões em geral (máximo 2 vezes ao dia), refrigerantes devem ser cortado devido ao açúcar e a formação de gases.
• Controle de peso
Após estudo no Hospital das Clinicas, após perderem 3% do peso 60% das mulher com sobrepeso apresentam ciclos ovulatórios normais. Ter um índice de massa corpórea (IMC) entre 21 a 25 indica boa fertilidade, porque mais ou menos do que isso pode afetar a fertilização.
• Substituir proteína animal pela vegetal melhora a ovulação. Estudos mostraram que a infertilidade ovulatória era 39% maior em mulheres que consumiam mais proteína animal. Isto não significa abolis carne do cardápio, mas reduzir a ingestão para duas vezes por semana e escolher outras fontes protéicas como: peixe, soja, feijão e outros grãos em geral.

DICAS PARA CONTRIBUIR PARA O SUCESSO DO TRATAMENTO

Pequenas alterações no típico cardápio brasileiro que podem aumentar a fertilidade.

Exemplo: Arroz branco por integral
Peixe, soja e grãos por carne vermelha (maior valor proteico)
Saladas de legumes e verduras verdes escuras, duas nozes ou três castanhas por dia. (maior valor de ácido fólico)
Leite integral – 1 copo ao dia (maior valor de cálcio)
Couve, beterraba e açaí (maior valor de ferro)
Óleo rico em ômega 3 – 6: canola, salmão, sardinha, girassol.

OBS: Estes não são as únicas fontes alimentares de cada um deste grupo, mas sim os ideais para o tratamento da fertilidade.

Para formação diária do seu cardápio com alimentos e substitutos em quantidades individualizadas, para manter seu peso adequado (nem acima nem abaixo do ideal para melhor fertilização), entre em contato com seu nutricionista ou pelo site www.conceive.com.br para melhor esclarecimento sobre o assunto.

Informações: (11) 3057-3003.

Fonte de referencia: New York Times / Livro Fertility Diet, da universidade de Harvard. Opinião de médicos especializados em saúde publica: Dr. Jorge Chavarro, Walter Willet e Patric Skerret, da Harvard School oh public health.

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Saiba mais sobre o cranberry

Cranberry é um suplemento seguro e bem tolerado que não possui interações medicamentosas importantes. Infecções do trato urinário são muito comuns em mulheres, causam desconforto e podem agravar outras condições geniturinárias. As informações científicas disponíveis corroboram benefícios da Vaccinium macrocarpon na prevenção de ITUs recorrentes em mulheres. Estar ciente de um estilo de vida saudável, com tratamentos cada vez mais naturais e com menos efeitos colaterais.

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Ferro na Gestação

O ferro é um dos minerais mais abundantes na crosta terrestre e nos organismos. Participa da síntese da hemoglobina, mioglobina, além de ser cofator de uma série de reações enzimático. Durante a gravidez vários processos fisiológicos fazem com que a demanda desse micronutriente tenha um incremento significativo, o que torna necessários maiores ingestão de ferro.

Sabe-se que, durante a gestação a quantidade de ferro absorvido no intestino aumenta. A maioria das gestantes não ingere quantidade satisfatória desse mineral, o que torna explicável a suplementação oral da dieta com ferro.  Vários autores divergem que essa suplementação não deve ser feita de maneira rotineira, mas individualizada devido a possíveis efeitos deletérios do ferro durante a gestação, dentre eles a evolução de pré-eclâmpsia.

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